Santa Maria da Feira
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Imaginarius homenageia cortiça PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 18 Abril 2009 15:01

 A nona edição do Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira vai prestar uma homenagem à indústria de transformação da cortiça, sector de actividade dominante no município feirense, com a apresentação de um projecto de arte comunitária. “Texturas” cruza várias linguagens artísticas: teatro, vídeo e fotografia. A estreia está marcada para 1 de Maio, Dia do Trabalhador.

 

Imaginarius homenageia cortiça

“Texturas”, como refere Hugo Cruz, director artístico do projecto, propõe uma viagem nas curvas do que somos, tendo como pano de fundo vidas e histórias de três gerações de uma terra real. Num espaço que evoca memórias comuns – uma fábrica de cortiça – procuram-se sentidos para o trabalho árduo de transformar a pele do sobreiro. Homens, mulheres, meninos e velhos encontram-se num espaço frio, mecânico e pesado para contarem as suas histórias e experiências de vida. “Texturas” espelha reinícios, procuras, fragilidades, encontros, fugas e deslumbramentos com a condição humana. Nas diferentes texturas desta cortiça encontram-se novas formas de estar e comunicar.
Este é um projecto de arte comunitária que cruza várias linguagens artísticas, procurando unir três pontos geográficos de um triângulo, próximos mas distantes, através de percursos guiados entre uma fábrica, um museu e uma casa da cultura. “Texturas” procura homenagear e celebrar a leveza, a impermeabilidade, a aderência, a elasticidade e a resistência da cortiça, integrando-as como potencialidades nos quotidianos relacionais desta gente e desta terra.

Vinte intérpretes

O projecto “Texturas” partiu da pesquisa de elementos da cultura local, com enfoque na indústria de transformação da cortiça, recorrendo ao cruzamento de histórias e espaços de vida das pessoas envolvidas. O processo, desenvolvido com o grupo de 20 intérpretes, dos 13 aos 72 anos, a partir das suas experiências passadas e presentes no mundo da cortiça, pretende promover as relações inter-geracionais e estimular o diálogo e intercâmbio entre os vários territórios feirenses.
“Texturas” desenha-se com base num triângulo, assumindo cada um dos seus vértices uma componente diferente, mas complementar e coerente com o projecto global. Este triângulo pretende unir três pontos geográfico-artísticos: Mozelos, Lourosa e Santa Maria de Lamas, onde a indústria de transformação da cortiça é o sector de actividade dominante. Na Casa da Cultura de Lourosa estará patente uma exposição de fotografia que cruza o registo do processo de construção deste projecto com uma recolha comunitária de fotografias antigas sobre a indústria da cortiça. No Museu de Santa Maria de Lamas será exibida uma instalação vídeo relativa ao registo do processo de construção deste projecto. Na fábrica de cortiça será apresentado o espectáculo de teatro.

O espectáculo teatral será apresentado nos dias 1, 2 e 29 de Maio, às 21h00, e no dia 30 às 16h00, com início no Museu de Santa Maria de Lamas, onde um autocarro transportará o público até à fábrica de cortiça AJT, em Mozelos. A entrada é gratuita, mas limitada. Recomenda-se marcação prévia através do e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . A exposição fotográfica e a instalação vídeo estarão patentes de 1 a 30 de Maio. Mais informações em www.projectotexturas.blogspot.com.

“Texturas” é uma co-produção PELE- Espaço de Contacto Social e Cultural e Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira.

O Imaginarius realiza-se de 28 a 31 de Maio, em Santa Maria da Feira.

Fonte: Câmara Municipal de Santa Maria da Feira

 
Dia Mundial da Saúde em Romariz PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 04 Abril 2009 16:57

À semelhança de anos anteriores, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira vai assinalar o Dia Mundial da Saúde, no dia 7 de Abril, no âmbito do programa de promoção da actividade física Movimento e Bem-Estar, dirigido à população sénior do concelho.

Este ano, o programa de actividades vai decorrer na freguesia de Romariz, e conta com a parceria da junta de freguesia local, centro social e paroquial, extensão de saúde e unidades de saúde familiar do Sudoeste e Egas Moniz.

Com esta iniciativa, dirigida aos seniores do concelho, a Câmara Municipal pretende sensibilizar a população idosa para os benefícios da actividade física na promoção da saúde e bem-estar, com enfoque na prevenção da osteoporose e dos acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Programa

10h00 / Centro Social e Paroquial de Romariz

Sessão de informação

Temas:

- “Enfermagem comunitária”, pela Extensão de Saúde de Romariz

- “Prevenção do AVC”, pela Unidade de Saúde Egas Moniz

- “Vamos falar de osteoporose”, pela Unidade de Saúde do Sudoeste

11h30

Caminhada até ao Castro de Romariz

12h00

Almoço-convívio com animação

15h30

Caminhada de regresso ao centro da freguesia

16h00

Sessão de tai-chi chuan

Para mais informações, os interessados em participar deverão contactar a Divisão de Acção Social da autarquia, através do telefone 256 370 800 ou e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .

Fonte: Câmara Municipal de Santa Maria da Feira

 
Caminhada e Paintball na Serra da Freita PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 04 Abril 2009 01:44

A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira vai promover, no dia 26 de Abril, mais uma ‘Saída de Aventura’, no âmbito do programa de promoção do exercício físico. O destino escolhido é a Serra da Freita, em Arouca, onde decorrerá uma caminhada pelas belas paisagens da serra e uma prova de paintball. Esta actividade é limitada a 50 participantes. As inscrições estão abertas até 17 de Abril.

Ao todo, são quatro as ‘Saídas de Aventura’ agendadas para este ano. A primeira actividade - espeleologia - realizou-se a 29 de Março, na Serra de Santa Justa, em Valongo, e contou com a participação de 35 pessoas. No dia 26 de Abril, haverá uma caminhada e paintaball na Serra da Freita, em Arouca. Canoagem é a proposta para o dia 31 de Maio, no rio Vouga e, para encerrar as ‘Saídas de Aventura’, está agendada, para 28 de Junho, uma jornada multi-actividades na Murtosa.

Fonte: Câmara Municipal de Santa Maria da Feira

Actualizado em ( Sábado, 04 Abril 2009 01:45 )
 
Nova EB 2,3 da Feira já tem verba PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 01 Abril 2009 19:01

A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira já recebeu decisão favorável de financiamento comunitário para construção da nova EB 2,3 da Feira [nº3] e requalificação e ampliação da EB 2,3 de Paços de Brandão. “Um passo importante e decisivo para a ampliação, requalificação e modernização da rede escolar do 2º e 3º ciclo do concelho”, refere o presidente da Câmara Municipal, Alfredo Henriques que, no dia 30 de Março, rubricou os contratos de financiamento.

A construção da EB 2,3 da Feira [nº3] ronda os quatro milhões de euros e a requalificação e ampliação da EB 2,3 de Paços de Brandão representa um investimento de 2,8 milhões de euros. Do montante global - cerca de 6,8 milhões de euros - 70% do valor será financiado pelo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) e os restantes 30% serão transferidos do Orçamento Geral do Estado para a autarquia.

Centros escolares

A construção de centros escolares insere-se neste vasto plano de requalificação, ampliação e modernização da rede escolar, em curso no concelho de Santa Maria da Feira. O Centro Escolar do Murado (837.469,00) e o Centro Escolar de Chão do Monte – Santa Maria de Lamas (392.821,71) estão em fase de conclusão. O Centro Escolar de Igreja – Lourosa (997.055,04) encontra-se em início de obra. Para além destes, oito novos centros escolares têm já as candidaturas aprovadas: Centro Escolar de Arraial – Sanguedo (840.422,95); Centro Escolar de Mosteirô (1.106.441,11); Centro Escolar de Souto – Nogueira da Regedoura (694.956,75); Centro Escolar de S. João de Ver (1.861.566,52); Centro Escolar de Louredo (751.137,66); Centro Escolar de Espargo (740.647,65); Centro Escolar de S. Domingos – Argoncilhe (484.767,98); Centro Escolar de Igreja – Lobão (1.225.712,55). Até agora, o valor global das candidaturas já aprovadas pelo QREN para centros escolares ronda os nove milhões de euros. Onze candidaturas aguardam parecer favorável do Ministério da Educação.
No final de Abril deverão iniciar as obras de remodelação da Escola Secundária de Santa Maria da Feira, orçadas em cerca de cinco milhões de euros.

Fonte: Câmara Municipal de Santa Maria da Feira

 
Ciberviolência para lá do bem e do mal PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 29 Março 2009 14:59
Divulgação de um vídeo de telemóvel mostrando a violação de uma menor levanta novas questões sobre a influência das novas tecnologias da informação na demarcação das fronteiras contemporâneas da ética e da moral

POR ELMANO MADAIL

O alegado violador de uma menina de 12 anos, portadora de algumas deficiências cognitivas e estudante na Escola Básica 2,3 de Arrancada do Vouga, freguesia de Águeda, foi detido no início desta semana.

Além do autor daquele crime sexual repugnante, foram presentes às autoridades dois outros jovens, de 17 e 19 anos, que filmaram com os seus telemóveis as cenas escabrosas do crime protagonizado pelo amigo mais velho. E, depois, difundiram o vídeo abjecto por conhecidos e amigos do violador e da vítima. De acordo com a Polícia Judiciária de Aveiro, que investigou o crime, a propagação instantânea contaminou dezenas de telemóveis na escola frequentada pela menor. Para gozo de muitos daqueles que receberam tais cenas. E não fora duas amigas da menina violada, que "indignadas com a situação" denunciaram o caso aos professores, talvez as imagens infames integrassem já o tenebroso catálogo de atentados à dignidade humana alojado na internete.

A Lei, actuou, é certo, mas na sua frieza abstracta será insuficiente para responder às inquietações que o caso suscita - além de outros fenómenos como o cyberbullying ou o happy slapping. Porque se é verdade que, infelizmente, a violação de menores não constitui novidade - a própria legitimidade do acto sexual, consentido ou não, com menores terá entendimento diferente noutras épocas e contextos, como se comprova pela normalidade do conúbio de homens feitos com meninas impúberes no Afeganistão, por exemplo -, a gravação por telemóvel e posterior difusão massiva é algo de recente. E sendo inútil condenar a tecnologia, que é amoral em si mesma, importa antes perceber se as fronteiras entre o Bem e o Mal não estarão a ser diluídas pela capacidade dela em gerar e expor permanentemente um fluxo incessante de imagens, desprovido de mediação crítica, que constitui a contemporaneidade das sociedades desenvolvidas. Como a nossa, aparentemente.

"O facto de utilizar uma câmara, ou algum dispositivo que converta a realidade num espectáculo, suaviza a relação com a violência. Há sobretudo esta ideia de que, quando se filma uma realidade, ela adquire um outro teor, outra feição", diz Albertino Gonçalves, sociólogo da Universidade do Minho, analisando esta aparente compulsão contemporânea para registar em vídeo ou fotografia tudo, mesmo as cenas mais grotescas que, sem a tecnologia, talvez não fossem suportáveis pelos próprios colectores desses momentos.

Porque tanto vídeo como a fotografia, cada qual um medium - meio ou mediador, etimologicamente - são produtos de um dispositivo indutor de ruídos e distorções. O exemplo mais cabal desse efeito decorre da confissão da fotojornalista Margaret Bourke-White, reportando-se ao momento em que as tropas do general Patton, ao entrarem em Weimar para libertarem Buchenwald, descobriram a tragédia dos campos de concentração nazis, que ela fotografou: "Usar a câmara era um alívio. Era uma barreira entre mim e o horror à minha frente".

De igual modo, para aquele analista, a existência de máquinas de gravar "dá outro registo à relação que a pessoa estabelece com o que testemunha. Uma coisa é eu sentir-me participante, envolvido, implicado na acção com todos os meus sentidos; outra coisa é estar preocupado com o enquadramento, as condições de luz e o ângulo com que filmo as coisas", cogita o cientista, sublinhando: "Esses é um dos problemas que temos actualmente. O facto de se filmar e depois de exibir o que se filmou estetitiza o filmado, isto é, aquela realidade - como a violação - deixa de ser um acto puro e bruto de violência, e passa a ser uma violência sublimada". E isto, de acordo com aquele observador, "tanto mais quanto estamos cada vez mais preparados para viver o mundo como um ecrã".

Pelo menos, nunca tanto como agora. Só para reportar ao telemóvel, cuja sofisticação permite a gravação de vídeos e fotos de qualidade muito apreciável, além da sua reprodução ad infinitum e instantânea, aquele é já a tecnologia mais utilizada pela população mundial. Segundo um relatório da International Telecommunication Union, a agência da ONU para as telecomunicações, estima-se que, no final de 2008, seis em cada dez pessoas tinham telemóvel.

Em Portugal, que acompanha esse crescimento exponencial, a idade dos utilizadores diminui, conforme descobriram os autores de um estudo realizado em 2006. José Rocha Nogueira e Helena Moreira, do Centro Regional de Saúde Pública do Norte, e Maria João Pedroso, da sub-região de Saúde de Aveiro, concluiram que uma em cada três crianças do Primeiro Ciclo do Ensino Básico tem telemóvel, e que a utilização do aparelho cresce com a idade, duplicando quando são consideradas as crianças com dez anos: dessas, 70% possuem já um telefone móvel.

Um admirável mundo novo ao alcance das criancinhas que "vivem imersas num mundo de imagens e se relacionam com e por elas", de acordo com a antropóloga Catarina Fróis, do ISCTE, que alerta para a circunstância de os telemóveis proporcionarem, hoje, "uma espécie de vigilância móvel e ao critério de cada um, perfeitamente pessoal".

Critérios esses que, não raro, ignoram quaisquer valores éticos, como o respeito pela imagem do outro, senão até do outro, decorrente de certa "reconfiguração moral", em que se exacerba "o voyeurismo. Acabamos por perder a noção de estarmos a tratar de pessoas reais, e passamos a encarar as suas imagens como ficção", diz, reportando ao caso da britânica Jade Goody, a ex-concorrente do Big Brother que morreu de cancro cervical no dia 22. "Quando descobriu que estava a morrer, entrou num processo de exposição, vendeu entrevistas e as imagens do seu casamento, já em estado terminal (com o intuito de deixar o dinheiro aos dois filhos menores). E teve êxito, audiência. Mas o que todos queriam ver era, na verdade, o espectáculo da morte dela em directo", assinala. Mórbido divertimento.

Ora, é essa responsabilidade - a dos outros, a dos que vêem, o público, essa audiência anónima -, que costuma ser ignorada em casos como o da difusão do abuso sexual que vitimou a menina de 12 anos em Arrancada do Vouga. E, todavia, talvez não sejam inocentes, como realça Albertino Gonçalves: "Quem grava e difunde um vídeo de uma violação fá-lo, até com orgulho, porque sabe que é possível mostrar uma coisa tão horrível como essa. Sabe que terá receptividade".

É o que acontece com os fenómenos de happy slapping e cyberbullying (ver caixa), em que se recorre à tecnologia para ameaçar, humilhar ou intimidar alguém através da multiplicidade de ferramentas da nova era digital. Há sempre alguém receptivo e disponível para replicar essa crueldade anónima, num processo viral que atinge repetidamente a vítima de uma agressão sem rosto.

No entanto, há que reposicionar a questão. Por si só, as tecnologias da informação serão inofensivas, e os seus danos dependem, exclusivamente, dos utilizadores, como refere Paula Cristina Martins, do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho. Volvendo ao caso da violação da menor de Águeda, aquela psicóloga refere que "esse tipo de comportamento, mesmo antes de considerar o aparato tecnológico, é de dominação e de submissão", típico entre os grupos de adolescentes.

Assumindo o violador como o dominador do trio que agrediu a menina e a circunstância dos mais novos terem filmado um crime em vez de tentarem travá-lo, Martins assinala que "estas práticas têm a ver com a aceitação que querem ter junto do agressor. Mesmo nos nossos contextos de trabalho, por vezes, observamos pessoas capazes de ter comportamentos incorrectos com os outros só compreensíveis por essas pessoas precisarem de ser aceites pelos detentores do poder e, por isso, têm comportamentos nos quais não se reconheceriam caso estivessem integradas noutro tipo de grupo, com outras normas e estruturas de poder", afirma.

Nada perdulária, a psicóloga declara que os indivíduos que filmaram as cenas grotescas "não são sujeitos passivos, são agressores de outra forma. Eles estão a gravar porque fazem parte da cena, e são agressores secundários porque actuam como se uma claque de apoio e, até, de incitamento". Sem absolvição possível. Porque a tecnologia, aqui, funcionou apenas "como um prolongamento do acto". Um amplificador, enfim, do mal. É um meio, não a fonte da perversão. Essa, infelizmente, continua a ser o bicho Homem.

Fonte: Jornal de Notícias

 
Ministro da Economia na abertura da ENEfeiras PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 25 Março 2009 23:21

O Ministro da Economia, Manuel Pinho, vai estar na abertura oficial da ENEfeiras – Educação, Negócios e Emprego, esta quinta-feira, dia 26 de Março, pelas 11h00, no pavilhão de exposições do Europarque, em Santa Maria da Feira. Organizada pela Câmara Municipal, esta mostra reúne empresas de vários sectores de actividade, bem como entidades educativas e formativas, apresentando ainda a componente emprego. A entrada é livre.

Paralelamente, a ENEfeiras promove um conjunto diversificado de palestras, conferências e workshops, bem como oportunidades de emprego, mostra de gastronomia e artesanato, mostra empreendedores, mostra biológica, animação e o Festival de Entretenimento Tecnológico XL Party.

Com mais de 150 expositores, a ENEfeiras visa potenciar as diferentes actividades económicas existentes no concelho, fomentar a oportunidade de ligação ao mundo empresarial e dos negócios, bem como proporcionar oportunidades de emprego e actividades educativas e formativas.

Para mais informações, consultar o site www.enefeiras.com.

Fonte: Câmara Municipal de Santa Maria da Feira

 


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